SAEED ABEDINI REVELA QUE O
ESPÍRITO SANTO O PREPAROU PARA O SOFRIMENTO NA CADEIA
Pastor revela
decisão de nunca negar a Jesus, mesmo diante da possibilidade de morte
por Jarbas Aragão.
O pastor iraniano Saeed Abedini, que ficou três anos e meio em uma
prisão iraniana por causa de sua fé cristã, testemunhou diante de
aproximadamente 100.000 pessoas em Paris, durante o evento do Conselho Nacional
de Resistência do Irã. Ele assegurou que a “ressurreição do povo iraniano” está
chegando, com fé em Jesus Cristo.
Aos que estavam presentes no evento, declarou: “Minha presença aqui prova que cada ato
de resistência será uma vitória. Uma vitória para a liberdade. A mensagem de
Deus na Bíblia diz que devemos resistir à tirania”.
Usando a internet, deixou um testemunho de impacto. Lembrou que teve um
sonho profético sobre o sofrimento que ele enfrentaria no mesmo dia em que foi
levado pelas autoridades iranianas. Saeed estava viajando e ônibus, indo da
Geórgia para o Irã no dia 28 de julho de 2012, quando caiu no sono.
Durante um sonho, viu-se entrar no pátio da prisão de Evin, onde estava
cercado de guardas e soldados que trabalhavam para o “príncipe de Pérsia”. A
referência é ao texto de Daniel, capítulo 10, que fala de uma entidade
espiritual da antiga Pérsia (atual Irã), associada por alguns teólogos ao
próprio demônio.
Logo após acordar, seu ônibus foi parado por autoridades iranianas, que
tomaram seu passaporte e o prenderam. Pouco tempo depois, foi levado para a
prisão de Evin, considerada uma das piores do mundo.
Por causa daquela revelação, ele ganhou confiança que Deus o preparava.
“Mas eu sabia que minha vida iria mudar de uma forma muito dura”, narrou o
pastor.
Afirma que sofreu tortura física e psicológica na maior parte do tempo
de confinamento.
Relata que foi espancado, não tinha cuidados médicos, e era
constantemente pressionado pelas autoridades iranianas a renunciar sua fé
cristã. Como ex-muçulmano, era considerado um traidor e um apóstata. Ouviu
algumas vezes que jamais sairia vivo daquela prisão. Mesmo assim, se recusou a
negar Jesus.
Para o pastor, naquela visitação, o Espírito Santo “me tomou com força e
me preparou para anos de sofrimento.”
Condenado a oito anos de prisão, acusado de pôr em risco a segurança
nacional, foi liberado em janeiro de 2016 como
parte de uma troca de prisioneiros de Teerã com o governo dos EUA. Por possuir
dupla cidadania, ele foi beneficiado.
Em abril, comentando sobre quando Deus o chamou para deixar sua família
nos Estados Unidos e voltar ao Irã para pregar, escreveu: “Desde que me tornei
cristão, antes de iniciar cada fase da minha vida, o Senhor me pediu para tomar
uma decisão radical no meu coração e viver isso… Milhões de pessoas viram como
eu me tornei uma testemunha de Cristo por mais de 1.200 dias e noites nas brutais
prisões iranianas”, acrescentou. Com informações de Christian Post

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