terça-feira, 24 de outubro de 2017
Notícias e Informações
Precisamos
nos levantar contra a hegemonia evolucionista nas escolas, diz Rodrigo Silva
Para o arqueólogo, atualmente há
a necessidade de pessoas - como Lutero ou Martin Luther King – que liderem
a luta contra a massificação do conceito evolucionista.
por
Jussara Teixeira (repórter especial)
A predominância do ensino do evolucionismo nas escolas e universidades é
sustentada, em grande parte, pelo orgulho acadêmico. Essa é a opinião do Dr.
Rodrigo Silva, atualmente o mais conhecido arqueólogo brasileiro, cujos títulos
e diplomas não são menos numerosos do que os países que já visitou, muitos
deles em escavações arqueológicas.
“Hoje existe um orgulho muito grande da academia, as pessoas se
perguntam o que eu vou fazer com meu doutorado, meu título de PHD. Então isso
tudo é querer mexer numa estrutura solidificada. Então hoje o que nós
precisamos são de pessoas que tenham a coragem de Lutero, Martin Luther King
para se levantar contra a massificação”, analisa Silva.
O debate sobre o ensino do criacionismo e evolucionismo nas escolas
volta e meia vem à tona, acirrando discursos inflamados principalmente nas
redes sociais. Em 2014, um projeto do deputado federal Marco Feliciano previa a
inclusão de conteúdos sobre criacionismo nas redes privada e pública de ensino.
O argumento era de que as crianças estariam ficando confusas com o conteúdo
evolucionista nas escolas e o conceito criacionista sendo passado nas igrejas e
em suas próprias casas. Outro ponto levantado seria garantir a liberdade de
crença, com o ensino das duas teorias explicando a origem da vida e do
universo. A tramitação do projeto se encontra paralisada.
Recentemente o Conselho de Educação do estado do Texas nos EUA pediu
alterações no currículo da disciplina de biologia para que fenômenos
científicos não totalmente esclarecidos sobre a teoria de Darwin não fossem
obrigatoriamente passados aos os estudantes, já que não existia consenso a
respeito tais ‘dados científicos’.
Segundo Rodrigo Silva, a teoria evolucionista, que se apresenta
harmônica e homogênea, na verdade é uma colcha de retalhos e objeto de grandes
embates em seu próprio interior. “Na verdade, existem duas teorias
evolucionistas: aquela que circula na academia e a outra que é conhecida do grande
público. A da academia é uma briga interna que não tem fim. De fora, vemos só o
que tem em comum: são evolucionistas”, esclarece.
Ele dá o exemplo do fóssil Luzia, encontrado em Lagoa Santa, Minas
Gerais e considerado o mais antigo das Américas. Segundo o estudioso, o achado
arqueológico já teve inúmeras propostas de datações como 25 mil anos atrás, 250
mil anos, e outras ainda mais disparatadas. “Eles não chegam a um
consenso nem sobre a época que o ser humano chegou nas Américas, se
foram 35 mil anos, 100 mil anos ou 50 mil anos. Essa cronologia pode
parecer bobagem, mas dentro da teoria evolucionista ela é fundamental. Porque
se você não se acerta com a cronologia você não pode colocar ali os cabides”,
diz, sobre a datação que mostra o suposto aparecimento de cada espécie e de
seus ancestrais.
Alguma descobertas que antes eram tidas como verdades absolutas, como a
ideia que o ser humano começou com o Australopithecus e que veio da África a
partir do ancestral Lucy, já caíram por terra parcialmente. Outra correntes
hoje afirmam categoricamente que não foi da África que o ser humano veio, o que
colabora e acrescenta mais fervura à acirrada discussão do seio do
evolucionismo.
“Existe muito espaço para dúvidas”, pontua Silva. “Essa teoria da evolução
das espécies que os livros didáticos mostram ou que a mídia e documentários
apresentam é uma. Mas quando você analisa o embate interno, você vê que é uma
briga muito grande. Então o evolucionismo tem uma fachada, mas existe outra
realidade interna que é bem diferente”, conclui.
* A partir de hoje, o Gospel Prime publicará periodicamente uma série de
matérias realizadas a partir da entrevista concedida pelo Dr. Rodrigo Silva
no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).
“O Que Deus uniu o Homem não Separe!”
“O Que Deus uniu o Homem não Separe!” (ANO III - Nº 296, Mossoró/RN,
24/10/2017.
Uma condição impar, não haverá
casamento se não houver um homem que ame uma mulher e uma mulher amada, que
seja submissão ao homem. No casamento os dois devem viver a intensidade do amor,
para serem felizes. “Vós,
maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo
se entregou por ela” (Ef. 525).
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
O Evangelho de Cristo
O Evangelho de
Cristo (ANO VI - Nº 295 – Mossoró/RN, 23/10/2017).
Não
passe em branco e deixe a sua vez passar Deus quer lhe da tudo para lhe fazer feliz,
mais se você não quer é outra coisas. Só
existem duas opções nesta vida para a escolha final ou você é salvo por Jesus e
vai para o céu ou rejeita Jesus e vai para o inferno. “Quem tem ouvidos, ouça o que o
Espírito diz às igrejas” (Ap. 3.22).
Notícias e Informações
Cristão,
pai de estudante morto perdoa atirador
Aluno atirou em colegas dentro de
escola em Goiânia
por
Jarbas Aragão
O tiroteio no colégio Goyases, em Goiânia deixou dois mortos e dezenas
de feridos. Um estudante, que seria vítima de bullying, atirou contra todos. O
pai de uma das vítimas, João Pedro Calembo, 13 anos, deu uma entrevista surpreendente.
Evangélico, ele disse que perdoa o atirador e espera que a sociedade
faça o mesmo. Durante o velório do filho, o publicitário Leonardo Marcatti
Calembo fez um apelo para que todos os pais “cuidem de seus filhos”. Além de
João Pedro, o adolescente João Vitor Gomes, 13 anos, também morreu.
“Nossa família é cristã, e ele sempre foi educado e pautado no respeito
ao próximo. Os preceitos familiares estão perdidos na nossa sociedade, a gente
tem que reforçar esses valores, e meu filho tinha tudo muito claro. Tudo isso
poderia ser evitado”, relatou emocionado.
No enterro de João Pedro, no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia, foi
celebrado um culto em homenagem ao adolescente. Centenas de pessoas estavam
presentes.
O publicitário afirmou ainda que as pessoas tenham mais fé e a passem
aos seus filhos. “A partir do momento que a gente tem esses valores fixos nas
nossas casas, muitas respostas são encontradas para nossos problemas. Os
problemas não resolvidos geram conflitos. A palavra bullying é nova, o assédio
sempre aconteceu. A partir do momento que você não resolve o problema em casa,
acontecem os conflitos”, afirmou. Com informações G1
Notícias e Informações
Padre
convoca católicos e evangélicos a se unirem contra ideologia de gênero
Roger Luís afirma que novelas impõem
ideologia
por
Jarbas Aragão
O padre Roger Luís, com grande influência na rede de TV Canção Nova,
convocou católicos e evangélicos a se unirem contra ideologia de gênero, em
especial a que é imposta pela TV Globo.
“Se o nosso país é 90% formado por cristãos (católicos e evangélicos),
[como] estamos permitindo que as nossas crianças [estão sujeitas] à pornografia
e à ideologia de gênero?”, questionou o líder religioso em uma homilia
transmitida pela televisão, mas que ganhou notoriedade pelas redes sociais.
Em sua fala, ele atacou as telenovelas da rede Globo, lembrando que eles
exibem pornografia e “impõem ideologia de gênero à sociedade brasileira”. Pediu
um boicote constante, pois os cristãos não deveriam acompanhar a “porcariada”
exibida pelas redes globais de televisão.
Roger Luís insiste que já havia alertado os fiéis antes sobre esse tipo
de programas, mas que a maioria não lhe deu ouvidos.
Em outro trecho, ele faz um apelo incomum: “Precisamos de um
posicionamento mais radical. Vai ler um bom livro. Vai ser melhor para você do
que ficar bebendo e comendo esse conteúdo estragado”. Segundo o padre, desde
que ele “conheceu Jesus”, há 20 anos, que nenhuma novela é assistida em sua
casa.
O pedido do padre surgiu poucos dias após Dom Celso Antônio Marchiori,
bispo de Apucarana (PR), conclamar
católicos e evangélicos para se posicionarem contra a Rede Globo.
Segundo ele, a emissora ataca constantemente a família e a religião cristã, o
que faz dela “um demônio dentro das nossas casas”.
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